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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Comentário das respostas dos orientadores

ATIVIDADE IV

COMENTANDO AS RESPOSTAS DA ORIENTADORA FRAN RODRIGUES PROPOSTAS POR MIM



1. Como Laymert faz distinção entre cibernética e cultura digital?

Enquanto cultura digital, para Garcia, compreende apenas a midiatização e digitalização da cultura, a cibercultura ou cultura cibernética engloba toda a reconfiguração do mundo e do pensamento sobre o mundo. Laymert Garcia busca no termo cibercultura uma diferenciação para evidenciar que não se trata de viver, agora com o aparato digital, as mesmas coisas que já vivíamos antes. Ele quer evidenciar uma ruptura com o tradicional e a existência de modificações estruturantes da sociedade, do homem e do conhecimento que produzimos.

2. Laymert, em sua entrevista, fala do déficit de pensamento dos brasileiros sobre o potencial da nova cultura em que vivemos, citando que os brasileiros ainda não perceberam as mudanças que vêm ocorrendo. Porque isso acontece?

E é a não compreensão dessas mudanças, ou da dimensão delas, que faz com que o Brasil se encontre nesse "deficit de pensamento" ao qual Laymert refere-se. Não é que não estejamos pensando a respeito, mas que tais questões ainda não extrapolaram a discussão teórica. Penso que há, no Brasil, um abismo entre a percepção intelectual acerca das mudanças do mundo e sua aplicação na política e na economia. Nesse âmbito prático, seguimos com as cartilhas euro-americanas, sem nos dar conta que elas são inadequadas para a atualidade, o que poderia ser facilmente identificado tendo em vista as grandes crises em que se encontram esses países.



3. A respeito da associação de diferentes linguagens, Laymert diz que: “...Não faz sentido, num momento que está todo mundo tentando ver justamente as conexões transversais, você está defendendo o seu território, que é território disciplinar, que já morreu no moderno.” Comente esta afirmação.

Quanto à afirmação: “Não faz sentido, num momento que está todo mundo tentando ver justamente as conexões transversais, você está defendendo o seu território, que é território disciplinar, que já morreu no moderno", o autor o diz a respeito das reservas de mercado e da compartimentalização que persistem entre os profissionais brasileiros. Num contexto histórico que tende às mais amplas conexões e que a todo tempo desafia a eficácia dos muros e fronteiras - inclusive geográficas -, muitos ainda defendem seus compartimentos, teóricos e práticos, como territórios de dominação, de posse. Isso certamente ocorre por medo de que, abrindo-se ao novo, haja perda do poder simbólico que as pessoas encontram no suposto conhecimento enraizado pela experiência e pelo tempo. Contudo, o fazem sem perceber que esse enraizamento já não é válido, ou não suficiente, para a dinâmica atual.


COMENTÁRIOS:

Fran, as questões foram respondidas de forma clara e coerente, fazendo com que o leitor compreenda o conteúdo. Gostei muito da resposta da questão 1, você conseguiu expressar exatamente a ideia do autor ao dizer que Garcia quer evidenciar uma ruptura com o tradicional e a existência de modificações estruturantes da sociedade, do homem e do conhecimento que produzimos. Na questão 2, acredito também que os brasileiros também devem deixar de seguir modelos de outros países e construir sua própria cartilha. A questão 3 esclarece todo o pensamento do autor.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Comentários da Entrevista de Marcelo Tas

Discutindo entrevista de Marcelo Tas no livro Cultura Digital.com

1. O entrevistado diz que valorizamos demais o termo digital, quando tudo é cultura. Ao falar sobre isto ele chama a atenção para dois polos, a superstimação e a subestimação da tecnologia. Trace um paralelo entre as ideias do entrevistado com as ideias de Lucia Santaella, no texto discutido em nosso alongamento, quando ela se refere a definição de mídia.

R.: Santaella nos diz em seu texto que as mídias são apenas meios de comunicação, que servem apenas para transmissão de informações. Já Marcelo Tas em sua entrevista, diz que as mídias são ferramentas muito importantes e estimuladoras. Na entrevista ele faz críticas às pessoas que criticam o avanço tecnológico por medo do desconhecido, principalmente das pessoas mais velhas, que demonstram resistência quanto ao uso das mesmas, e faz críticas também às pessoas que colocam as tecnologias em primeiro plano, onde o uso das ferramentas tecnológicas estão sempre a frente das pessoas em si. Segundo Marcelo as pessoas confundem bastante o modo de usar as mídias. O ideal é que as pessoas façam uso das mídias de forma a criar sua própria história, sem se preocupar com audiências, ibop, mas sim com o real sentido que este uso fará a sua vida.

2. Discuta esta relação com a afirmação do entrevistado: "Inventou-se a motocicleta e a gente fica falando do pneu, do aro, do banquinho e não falar da viagem que a gente tem para fazer com a moto." (pp. 234).

R.: Marcelo Tas nos faz um alerta quanto a essa transição em que passa as tecnologias. Conhecer coisas novas é realmente fascinante, no entanto é preciso que tomemos cuidado para não vangloriar muito as ferramentas tecnológicas e deixar de lado o que é realmente o mais importante: o conteúdo.

3. O que é relevância e discernimento, defendidos pelo entrevistado.

R.: A relevância, segundo Marcelo Tas, é aquilo que o autor acredita ser mais importante em seu conteúdo e que fará com que seu trabalho seja reconhecido. Já o discernimento deverá ser um caminho orientado para a real situação, pois nem sempre aquilo que se pensa é, ou acontece. “O discernimento é um produto bastante precioso nessa era de gigantescas montanhas de informação. Sem ele, a gente fica navegando à deriva.”

4. Na entrevista Marcelo Tas fala sobre educação, função de professor e a tecnologia. Discuta o pensamento dele, vinculando-o com outro autor da área de educação.

R.: Para Marcelo Tas, a educação vêm sofrendo diversas mudanças, e uma delas é o papel do professor que deixa de ser um "detentor" do saber e passa a transferir o saber. O mundo hoje é cheio de informações, TVs, rádio, internet transmitem informações muito rápido e o professor deve juntamente com todos esses aparatos e seus alunos "construir" o conhecimento. Esse mesmo pensamento é defendido por Guilherme Canela Godoi, coordenador de comunicação e informação no Brasil da Unesco, braço da ONU dedicado à ciência e à educação no trecho de sua entrevista à revista Veja: ”O que tem acontecido - e acho que isso é positivo, se bem aproveitado - é que a relação de poder professor-aluno ganha uma nova dinâmica com a incorporação das novas tecnologias. Isso acontece porque os alunos têm uma familiaridade muito grande com essas novidades e podem se inserir no ambiente da sala de aula de uma maneira muito diferente. Assim, a relação com o professor fica menos autoritária e mais colaborativa na construção do conhecimento.”

5. "Então a gente já vive imerso nesta gelatina de informação e cada pessoa tem o seu filtro, sua maneira de se relacionar com isso." (pp 241). Comente esta afirmação tendo por base a caracterização da cultura digital ou cibercultura em Lucia Santaella.

R.: Segundo Santaella, na cultura digital há uma maior fragmentação, resultado de uma busca individualizada pela informação e um aumento sem precedentes de produção e circulação. Na era digital há um ritmo acelerado nas mudanças tecnológicas e junto com ele vêm diversas conseqüências positivas e negativas, onde se adquire os dígitos, que se tornou uma linguagem universal e os sistemas se tornam cada vez mais híbridos. E cada pessoa deve fazer a sua seleção. O que é mais importante pra minha vida? Que valores poderei adquirir com isto? O que realmente faz sentido pra mim? Buscando soluções neste sentido, cada pessoa estará fazendo seu próprio filtro, selecionando e discernindo.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Discussão do texto Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do póshumano Lúcia Santaella "AS TIC'S E A SOCIEDADE"

As TIC’s estão sempre presente da mais simples à mais complexa atividade, levando-nos a pensar o que o futuro nos guarda a nível de Tecnologias de Informação e Comunicação. A sociedade está em constante transformação, valores se desfazem ou se modificam, dissolvem-se fronteiras e descobrem-se as coisas, as gentes e as idéias, trazendo assim, diferentes implicações sociais em que emergem novas formas de participação dos cidadãos, e busca sensibilizar as pessoas, cada vez mais, para questionar, intervir e realizar de forma autônoma a apropriação das novas ferramentas tecnológicas. O seu uso no sistema educativo deve visar um horizonte de atuação dos professores que não se limita à simples melhoria da eficácia do ensino tradicional ou à mera utilização tecnológica escolar, através dos meios informáticos. É indispensável ter presente a utilização das TIC’s na educação porque estas consistem em escolarizar as atividades que têm lugar na sociedade, procurando adaptá-las aos seus objetivos.

Li um texto muito interessante de Luis Manuel Borges Gouveia "A humanização das tecnologias de informação" e gostaria de compartilhar.

Discutindo...

Entende-se como cultura todo complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e aptidões adquiridos pelo homem como membro da sociedade. Com base no texto de Lúcia Santaella, podemos identificar as formações das eras culturais em: cultura oral, cultura escrita, cultura impressa, cultura de massas, cultura das mídias e cultura digital. A cultura das mídias teve início dos anos 80 com uma mescla de meios e linguagens preparando o terreno para uma escolha de consumo individualizado. Já com a cultura digital há uma maior fragmentação, resultado de uma busca individualizada pela informação e um aumento sem precedentes de produção e circulação. Na era digital há um ritmo acelerado nas mudanças tecnológicas e junto com ele vêm diversas conseqüências positivas e negativas, onde se adquire os dígitos, que se tornou uma linguagem universal e os sistemas se tornam cada vez mais híbridos. As novas tecnologias de informação e comunicação alteram os processos de comunicação, de produção, de criação e de circulação de bens e serviços, assim, a cibercultura tem estimulado às pessoas a produzir, distribuir e reciclar conteúdos.
A divisão da cultura que Santaella faz em implica num sistema cumulativo, no qual uma nova formação se integra à anterior, usando traços dela, e a modifica. A cultura das mídias, serviu para fazer essa transição preparatória entre a cultura de massa e a cultura digital.

domingo, 19 de setembro de 2010

Atividade 4.9

Atualizar Portifólio no blog:
Portifólio Atualizado.

Atividade 4.8

Relato postado no Fórum Proinfo Integrado - Administrador Celso Vallin - no Portal do Professor

"Gostaria de relatar que trabalhei como co-autor do Projeto Água - Fonte da vida e achei essa experiência muito interessante tanto para mim quanto para os alunos. Esse projeto envolveu tecnologias como Data Show, computadores, CD, aparelho de som entre outras. Esse projeto possibilitou aos alunos uma aproximação maior da teoria sobre a água com a realidade. Nos alunos foram despertados novos hábitos e sede de mudança para a preservação da água no ambiente e eles compreenderam bemque a água é um bem natural mais importante para a sobrevivência dos seres vivos. E acreditamos que o futuro está nas mãos da crianças."

Atividade 4.7

CONCEITO DE CURRÍCULO E O PROCESSO DE INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS AO CURRÍCULO


O que é currículo?

O currículo é um conjunto de práticas educacionais que levam as instituições a uma série de objetivos que nos ajudam a compreender o processo de ensino.O currículo deve propor várias alternativas para que o aluno aprenda com atividades planejadas para atingir seus objetivos.

Quais as contribuições das tecnologias ao desenvolvimento do currículo?

Com o desenvolvimento das tecnologias as formas de se compreender o currículo ficaram mais diversificadas passando a ter uma visão mais ampla e sistematizada do conhecimento social que nos cerca, mudando os hábitos da pessoas e dando um novo rumo as comunicações. As novas tecnologias nos fornecem novas ferramentas ampliando o nosso raciocínio.

Como integrar efetivamente as tecnologias ao desenvolvimento do currículo?

O professor deve se atualizar e familiarizar com as tecnologias, para que então ele possa analisar o currículo e inserir o uso das tecnologias em suas práticas pedagógicas. A proposta curricular, os interesses do aluno, as possibilidades de uso das tecnologias, deve ser destacado pelo professor que irá propor novas práticas de sala de aula. Assim, as tecnologias servem de suporte para a prática pedagógica adaptada ao currículo.

Como desenvolver projetos no âmbito do currículo?

Os projetos auxiliam no aprendizado e estimulam os alunos a participar de forma sistemática. No âmbito do currículo, o projeto deve atender as expectativas do mesmo, porém devem ser mais flexíveis, ou seja, o projeto dever aliar pluralidade e currículo.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Atividade 4.6.4

O Plano de Aula reelaborado foi postado no Portal do Professor e aguarda avaliação.

Atividade 4.6.3

Plano de Aula reelaborado pelo grupo B e postado no Ambiente Colaborativo do e-proinfo.

Atividade 4.6.2

No Fórum “Currículo desenvolvido na ação” fiz a análise sobre como os conceitos e estratégias, as mídias e tecnologias identificados se integram ao currículo das disciplinas envolvidas.

O projeto do nosso grupo teve como tema a água. Este tema foi escolhido devido a grande necessidade que o ser humano hoje enfrenta de economizar água, e acreditamos que as crianças tem um grande potencial para reverter esta situação. Ao executarmos o projeto, percebemos grande interesse e participação dos alunos. Desenvolvemos de acordo com o planejado e acredito termos conseguido atingir os objetivos, pois muitas atitudes foram visivelmente mudadas, principalmente na hora de lavar as mão e esquecerem as torneiras abertas. ao utilizar os recursos tecnológicos nas aulas, os alunos, além de aprender a manuseá-los, se sentiram priorizados e perceberam a importância de se desenvolver o proposto. Usamos as mídias e tecnologias: vídeos, músicas, computadores, internet, CD, aparelho de som.

Atividade 4.6.1

Comentários do plano de aula desenvolvido e postado no Fórum “Relato de projetos de trabalho”.

O grupo B desenvolveu o projeto Água – Fonte da vida. Este projeto teve como objetivo principal conscientizar os alunos da importância de se economizar a ágüe e principalmente evitar o desperdício. Para tanto, elaboramos atividades simples, porém diferentes do dia-a-dia dos alunos. Tentamos tornar o assunto sério, mas de forma infantil para que todos os alunos a que se destinou possam compreender a linguagem. Sendo assim, introduzimos algumas tecnologias no projeto e pudemos notar que os alunos ficaram bastante interessados, participaram das atividades sem maiores problemas, e começaram a modificar seus pensamentos sobre a economia de água.

Atividade 4.5

Atividade em grupo - O grupo B elaborou o Plano de Aula inserindo as tecnologias no currículo.

Atividade 4.3 e 4.4

Apenas reflexão sobre trabalhos com projetos em sala de aula com uso de tecnologias.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Atividade Extra

Nesta atividade o grupo postou a aula do Módulo III no Portal do Professor e aguardando avaliação.

Atividade 4.2

No Fórum “Possibilidades de contribuições das tecnologias” explicitei as características das tecnologias de informação e comunicação que podem trazer significativas contribuições ao integrá-las à prática pedagógica.

O trabalho do professor não deve se restringir em apenas atividades curriculares. O professor deve estar em constante mudança em busca de um aprimoramento na sua prática pedagógica. As TICs são excelentes aliados para esse aprimoramento, porém antes de ser repassado para os alunos, o professor deve dominar bem os recursos tecnológicos, afinal só se pode ensinar aquilo que se sabe. O uso de computadores e internet como aulas educativas transmite de forma mais estimulante o conteúdo proposto. Os vídeos, filmes e animações em data show tornam o campo de visão dos alunos mais amplo. Aulas diferentes usando músicas tornam a atividade mais prazerosa. A televisão e o DVD, apesar de serem poucos utilizados, podem transmitir de forma clara o que se propõe. Enfim, aliar tecnologia e educação requer disponibilidade e planejamento, porém melhora a qualidade de ensino.

Wagner

Atividade 4.1.2

Texto elaborado por mim sobre a discussão do Fórum a partir do debate entre os grupos A e B e também outros argumentos que queira colocar.

Atividade 4.1.1

Reflexão sobre o tema: Possíveis mudanças das estratégias de ensino, o qual foi proposto para o grupo B o qual eu faço parte.

Possíveis mudanças das estratégias de ensino

Vivemos em um mundo globalizado, onde a sociedade busca constantemente se aperfeiçoar e melhores condições de vida. Na escola não é diferente, o aluno requer novas formas de aprendizado e o professor é a peça principal para que o processo ensino-aprendizagem ocorra. Ao professor cabe a difícil e árdua tarefa de buscar novas estratégias de ensino priorizando sempre as diferenças individuais de cada aluno.

Atividade 4.1

Nesta atividade era preciso ler a entrevista de Pedro Demo sobre o tema: “Os desafios da linguagem do século XXI para a aprendizagem na escola” e o Poema “DE MÃOS DADAS”, de Carlos Drummond de Andrade, após fiz a reflexão sobre as questões abaixo:
Será que usando computadores e Internet nas atividades curriculares faremos as mesmas coisas que fazíamos antes?
Será que haverá mudanças em nossa atuação docente?
O que mudará na aprendizagem do aluno?
Que novos aspectos vão requerer maior atenção de nossa parte?
Poderemos criar novas estratégias que potencializem a aprendizagem de nossos alunos?

Esta reflexão foi postada no fórum "Debates sobre as possíveis mudanças que podem ocorrer nos processos de ensino e aprendizagem", no ambiente colaborativo do e-proinfo.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Atividade 3.8

Nesta atividade, o grupo fez a apresentação da atividade aplicada:

Atividade 3.7

CURSO PROINFO - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TIC



Nomes dos cursistas: Karoline Rodrigues, Gizely Alves Rosa de Souza, Wagner José Guimarães, Sandra Cláudia de Souza Bastos, Gracilene Inácio de Oliveira, Rosemeire Celestino da Silva Borges.
Turma: Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC – Morrinhos/GO
Professor Formador: Réginer Garcia Naves



ATIVIDADE 3.7: Execução da Atividade com Mídias Digitais


Plano da Aula Planejada


NÍVEL DE ENSINO: Ensino Fundamental I

MODALIDADE: Regular

COMPONENTES CURRICULARES: Ciências e Língua Portuguesa

TEMA: Poupando energia

SÉRIE: 2º, 3º, 4º e 5º anos.

DISCIPLINA: Ciências e Português

DURAÇÃO DAS ATIVIDADES: 1 aula de 2 horas

OBJETIVOS:
• Aprender de onde vem a energia elétrica e a sua importância;
• Conhecer algumas formas de economizar energia e evitar o desperdício;
• Propor mudanças em relação ao consumo de energia elétrica.

CONHECIMENTOS PRÉVIOS TRABALHADOS PELO PROFESSOR COM O ALUNO: Conhecimento básico sobre energia elétrica.

RECURSOS UTILIZADOS: Computador, Data show, Internet, Música, Texto e Aplicativo disponível no Portal Aprende Brasil.

ESTRATÉGIAS:

Assistir, no data show, os vídeos:
De onde vem a Energia Elétrica – Kika
Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=GJChpyiP--Y.
Dicas para poupar energia elétrica
Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=SusB4fsH2Dc.

Fazer uma análise dos vídeos, comentando a geração de energia elétrica vinda das Usinas Hidrelétricas e as formas de economizar energia.
Ainda no Data Show, assistir a animação: Vamos lá poupar energia - Canções de miúdos. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=2KjGh1JQUL4). Cantar com os alunos a canção apresentada na animação.
Ler o texto no computador: “A Energia Elétrica” de Augusta Schimidt. Disponível em: http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=2997&cat=Infantil&vinda=S.

Fazer uma breve discussão sobre o texto lido, destacando os pontos mais relevantes.

AVALIAÇÃO:

• Explorar a atividade multimídia sobre eletricidade Disponível no Portal Aprende Brasil.

• Confeccionar um mural com dicas de como evitar o desperdício de energia elétrica.

RECURSOS: Laboratório de informática, data show, vídeos: “De onde vem a Energia Elétrica – Kik” e “Dicas para poupar energia elétrica”. Música: “Vamos lá poupar energia - Canções de miúdos”. Texto: “A Energia Elétrica” de Augusta Schimidt. Atividade multimídia do Portal Aprende Brasil.


Relato da Aula Planejada e Executada

Cada um dos integrantes do grupo apresentou seus esboços de uma aula na qual seriam utilizados os recursos de mídias digitais. Entramos em um consenso e escolhemos aplicar o plano da professora Gizely Alves, sobre energia elétrica, pois, além de ter ficado muito interessante, já poderia servir para um projeto que está em andamento na escola na qual leciona.
A professora um dia antes de aplicar a sua aula, reuniu-se com a dinamizadora do laboratório de informática da escola para apresentar o plano e mostrar quais recursos seriam necessários providenciar para a aplicação dele.
No dia da aula, fomos para o laboratório de informática ajudar a organizar e estabelecer de que forma cada um poderia contribuir para o enriquecimento da aula, sem atrapalhar a apresentação da professora titular, nem inibir os alunos.
Quando todos os alunos do 4º ano B já estavam acomodados no laboratório de informática, a professora titular explicou-lhes que estávamos ali acompanhando sua aula, mas que contribuiríamos no que fosse preciso.

RELATO DA AULA:

1º MOMENTO:
A professora iniciou sua aula fazendo uma breve aproximação do conteúdo a ser trabalhando com os conhecimentos prévios de seus alunos. Perguntou-lhes que equipamentos eles possuíam em casa que necessitavam de energia elétrica para funcionar. Vários exemplos foram dados, como: geladeira, televisão, rádio, máquina de lavar, ferro de passar roupas, etc.
A partir daí, a professora perguntou aos alunos se eles sabiam de onde vinha a energia elétrica que faz funcionar tantos aparelhos que nos auxiliam no dia a dia. Alguns souberam dizer que das usinas hidrelétricas, mas não tinham ideia de como era produzida.
Neste momento, uma dos alunos, afirmou que a energia que abastecia a sua casa vinha dos postes de luz da sua rua, mas também das placas que tinham em cima de seu telhado. Isto é, energia solar. A família do aluno fora contemplada por um programa do governo que proporcionou a instalação de placas no telhado, principalmente para a utilização do chuveiro elétrico, um dos vilões mais conhecidos pelo alto consumo de energia.
Outro aluno aproveita para completar a fala do primeiro, dizendo que se tratava de energia solar. Neste momento, um dos professores cursistas de nosso grupo, pediu a palavra para complementar o que este aluno havia dito. Ele lembrou aos alunos que, as placas coletoras que são colocadas sobre os telhados são realmente utilizadas para a captação de energia solar, no entanto, ainda no Brasil, provavelmente por seu alto custo de instalação, estas placas estão sendo utilizadas para o aquecimento da água e não para gerar energia elétrica. Acrescentou ser esta fonte de energia limpa, sem poluição nem impactos ambientais.
Aproveitando o comentário do aluno e o enriquecimento do colega cursista, a professora enfatizou que existem também outras formas de se conseguir energia para o funcionamento dos equipamentos que eles conheciam. Além da energia elétrica produzida pelas hidrelétricas - mais consumida no Brasil -, e da energia solar – citada também, existe a energia eólica – produzida pela força dos ventos, a energia vindas das termoelétricas – gerada a partir da queima de carvão, óleo, derivados do petróleo e cana de açúcar, energia nuclear, entre outras, sendo que as mais utilizadas são aquelas que ocasionam mais impactos ambientais poluindo o meio ambiente.

2º MOMENTO:
Após este primeiro contato, foi reproduzido no data show o vídeo De onde vem a Energia Elétrica, Kika? Para que os alunos pudessem ver as usinas hidrelétricas e a maneira como nelas é gerada a energia elétrica.
A partir das imagens de usinas hidrelétricas, a professora pode sensibilizá-los dos impactos ambientais que a construção de usinas como aquelas mostradas no vídeo podem trazer à região. Os alunos ficaram interessados em saber como que algo tão grandioso era construído.
Uma de nossas colegas cursistas explicou que as usinas hidrelétricas surgem a partir da construção de grandes barragens para o represamento de rios e lagos, para o qual, muitas vezes é necessário o inundamento de grandes áreas próximas à represa, como cidades e até florestas.

3º MOMENTO:
Aproveitando o aspecto ambiental que envolve a construção e manutenção de usinas hidrelétricas, foi apresentado aos alunos também o vídeo Dicas para poupar energia elétrica, produzido pela Eletrosul – Centrais Elétricas SAl – empresa que tem sua sede em Florianópolis/SC, atuando nos estados do Sul e em Mato Grosso do Sul, que investe em pesquisas e promove o uso de fontes alternativas de energia.
O vídeo foi muito bem aceito pelos alunos, pois mostra de maneira divertida e educativa práticas do nosso dia a dia que contribuem em muito para o desperdício de energia elétrica. Os alunos ficaram interessados em discutir os maus hábitos da família Sbanja, apontando inclusive seus hábitos semelhantes.

4º MOMENTO:
Aproveitando o tema e sua importância, foi apresentada aos alunos a música Vamos lá poupar energia - Canções de Miúdos, com o objetivo de reforçar a importância de economizarmos energia.

Por conta de problemas com a conexão de Internet, o restante da aula teve que ser aplicado no dia posterior.

CONTINUAÇÃO DA AULA ANTERIOR:

1º MOMENTO:
A professora fez uma breve recapitulação do que foi discutido e apresentado na aula anterior sobre energia elétrica, destacando os pontos mais importantes em relação aos tipos, formas de captação de energia e impactos que podem provocar ao meio ambiente e às nossas vidas.

2º MOMENTO:
Em seguida propôs a leitura coletiva do texto A Energia Elétrica, de Augusta Schimidt, que pode ser acessado pelos alunos através da procura pelo título no site de buscas Google, mostrando o endereço
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=2997&cat=Infantil&vinda=S para a leitura.
Os alunos leram juntamente com a professora o texto sugerido e discutiram as questões mais relevantes a respeito da energia elétrica na forma de poesia.

3º MOMENTO:
Após a leitura e discussão do texto, os alunos foram instruídos a acessarem o Portal Aprende Brasil para explorarem a atividade multimídia sobre Eletricidade disponível no site. Nela, os alunos tiveram a oportunidade de ver como a eletricidade chega a nossas casas.

4º MOMENTO:
Já de volta à sala de aula, a professora pediu para que formassem grupos de 5 a 6 alunos, para a confecção de um mural, apresentando dicas de como evitar o desperdício de energia elétrica e da importância que poupar energia tem ao nosso bolso, mas também ao meio ambiente.

AVALIAÇÃO DA AULA:

• Como os alunos se envolveram:
Percebemos que, com os recursos que foram utilizados, os alunos puderam interagir mais na aula e tiveram a oportunidade e conhecer mais a respeito do assunto apresentado, demonstrando interesse sobre eles.

• Compreensão por parte dos alunos sobre a proposta da aula:
Os alunos conseguiram compreender o foco e a proposta da atividade. Exemplo de como foi bem trabalhada é que eles propuseram mudar seus hábitos em relação ao uso da energia, além de levar aos pais e responsáveis estes ensinamentos para que eles também possam economizar.

• Forma de apresentar o conteúdo.
A maneira como a professora apresentou o conteúdo, utilizando a aproximação dele à realidade de seus alunos, além dos recursos utilizados com linguagem simples e didática, facilitou a compreensão por parte do grupo.

• A condução da atividade:
A maneira com que a professora conduziu a aula permitiu a associação do tema às práticas cotidianas dos alunos, fazendo com que eles se interessassem em discutir e dar exemplos do que ocorria em relação ao que foi apresentado. Os alunos, de maneira geral, se sentiram a vontade para comentar sobre o conteúdo e para perguntar sobre como é produzida a energia elétrica e que ações podem ajudar a economizá-la.

• Os equipamentos e os programas utilizados:
Os recursos utilizados foram excelentes facilitadores na aprendizagem da aula aplicada, porém, por conta de uma falha na conexão com a Internet, a aula precisou ser concluída no dia seguinte.

• A turma e a proposta da aula:
A turma recebeu bem a proposta da aula trabalhada, e a maneira como foi levada a eles estimulou-os a participar ativamente das discussões. O uso das tecnologias foi um atrativo, certamente, mas a temática abordada a partir dos impactos causados pelas usinas hidrelétricas e dos meios alternativos para se economizar e poluir menos foram também importantes para o envolvimento dos alunos na aula.

Ficamos, no geral, satisfeitos com a aula aplicada e com a nossa participação nela. Pudemos perceber que, quando o professor se mostra disposto a levar para sala de aula conteúdos verdadeiramente significativos para seus aluno e de forma mais atrativa, eles correspondem mais aos objetivos de aprender e participar.

• Adaptação para outros contextos, séries e disciplinas:
A aula executada pode ser aplicada não somente ao 4º ano do Ensino Fundamental, mas também aos demais anos, mudando apenas a linguagem que se vai trabalhar e talvez, adaptar algumas formas de se apresentar os conteúdos.
Pode ser trabalhado também nas disciplinas de:
Língua Portuguesa, na forma de produção de texto;
Matemática, quando trabalhada a leitura da conta de energia para o cálculo do valor do KW, consumo do mês, tarifa e impostos, por exemplo;
Geografia, no estudo da interferência que a implantação de usinas hidrelétricas pode causar nos solos e recursos minerais, na qualidade das águas e na vegetação.

Atividade 3.6

Abaixo encontra-se o plano de aula feito pela professora Gizely, e que os membros do grupo usou para desenvolver as próximas atividades usando mídias.

Plano de aula elaborado por mim, e que o grupo deciciu escolhê-lo para desenvolver a atividade usando mídias.

Atividade com Mídias Digitais

Nível de Ensino:
Ensino Fundamental I

Modalidade: Regular

Tema: Poupando energia

Série: 2º, 3º, 4º e 5º anos

Disciplina: Ciências e Português

Duração das atividades: 1 aula de 2 horas

Objetivos: • Aprender de onde vem a energia elétrica e a importância da mesma;
• Conhecer algumas formas de economizar energia e evitar o desperdício;
Propor mudanças em relação ao consumo de energia elétrica.

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno: Conhecimento básico sobre energia elétrica.

Recursos utilizados: Computador, Data show, Internet.

Estratégias:

• Assistir, no Data show, os vídeo: “De onde vem a Energia Elétrica – Kika








Dicas para poupar energia elétrica








• Fazer uma análise dos vídeos, comentando a geração de energia elétrica vinda das Usinas Hidreelétricas e as formas de economizar energia.

• Ainda no Data Show, assistir a animação: “Vamos lá poupar energia - Canções de miúdos.”








• Cantar com os alunos a canção apresentada na animação.

• Ler o texto no computador: A Energia Elétrica de Augusta Schimidt

• Fazer uma breve discussão sobre o texto lido, destacando os pontos mais relevantes.

Avaliação:

• Explorar a atividade multimídia sobre eletricidade Disponível no Portal Aprende Brasil.

• Confeccionar um mural com dicas de como evitar o desperdício de energia elétrica